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Tendências para o mercado de vídeo e comunicação digital.

agosto de 2018

Com o consumo de vídeo digital crescendo, as tendências vão mudando e a comunicação digital amplia as oportunidades.

No último ano, o consumo de vídeo digital cresceu em todo o mundo, inclusive no Brasil. A versão mais recente da TIC Domicílios, pesquisa do Cetic.br, mostra que 71% dos consumidores de internet assistem a vídeos online. Em 2012 eram 49%.

Esse crescimento eleva a categoria à primeira posição entre as atividades multimídia mais realizadas por internautas brasileiros. Globalmente é parecido, especialmente no mobile, cujo volume já representa três vezes o do desktop, segundo a ComScore. Por isso que plataformas como YouTube, Facebook, Snapchat, Musical.ly, Twitter, Instagram e LinkedIn disputam a atenção do público consumidor de vídeos.

De olho neste horizonte, o YouPix realizou, em junho, a segunda edição do Study Tour, uma viagem de negócios por empresas do mercado de vídeo digital nos EUA finalizada na Vidcon, maior evento do setor. Um grupo formado por criadores e profissionais do mercado de marketing e comunicação visitou alguns dos principais players do mercado. O resultado é um levantamento de tendências de social vídeo e comunicação digital que mostra oportunidades para marcas e negócios.

Confira abaixo as principais tendências:

1. State of Social Video

Se 2017 foi marcado pelo crescimento do mercado de vídeos, 2018 mostra um setor mais maduro e efervescente que conhece melhor os hábitos da audiência, especialmente da geração Z, e sua relevância. A importância dos creators e influenciadores como empresas e negócios não será mais questionada.

2. Creators como Criativos

Surgem novos caminhos para a internalização das operações de produção e criação de conteúdo (uma alternativa aos modelos tradicionais de agência e produtoras) e a figura do creator ganha força como o novo criativo.

3. O mundo fragmentado

A regra agora é fragmentar, pois a criação de conteúdo vem de todos os lugares e pode ser distribuída em diversas plataformas cada vez mais nichadas. São mais opções para a audiência, mas um grande desafio para marcas e creators, que precisam de uma estratégia de conteúdo mais estruturada. Quem não entender o cenário e criar formatos e conteúdos nativos, ficará para trás.

4. O novo engajamento

O digital busca formas de engajamento mais profundas, muito além do like/share/comment. Saindo da era da “social media” (broadcast) para a da “social network” (conversas), conteúdo, serviço e comunicação se misturam para entregar valor e relevância para as pessoas. Os algoritmos se moldam para medir engajamento real no conteúdo, inclusive emoções.

5. Influencers para o bem

A geração Z confia mais nos influenciadores do que nos próprios pais ou marcas na hora de tomar decisões. A responsabilidade e o papel social dos influenciadores precisam estar refletidos no conteúdo e compartilhados com as plataformas. A luta pela diversidade, pela educação no mercado de influência e contra as fake news, haters e burnout é uma forte tendência.

6. Fake Followers, Real Problems

Partindo de um mercado crescente e pulverizado de creators, e com uma oferta fácil para compra de seguidores e engajamento, as marcas têm o desafio (não impossível) de identificar seguidores e engajamentos falsos na rede e buscar creators com base em outros critérios do que apenas número de seguidores.

7. Fast Data

A interpretação de dados se torna mais acessível e gera inteligência e hiper segmentação, permitindo a criação de conteúdo de forma mais eficiente e ágil.

8. eSports

Os gamers e sua audiência são um público inexplorado, pois marcas ainda não descobriram como se relacionar de forma autêntica. Este público é valioso e as horas dentro de plataformas como Twitch e fb.gg (Facebook for Gamers) são exclusivas e numerosas.

Fonte: Meio e Mensagem 

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